22 janeiro 2010

Luz sobre a Terra | Trigueirinho


Muitos têm sido os acontecimentos, envolvendo catástrofes e outros abalos de grandes proporções, em várias partes do Planeta. Sejam regiões já "castigadas " há anos por tais acontecimentos, ou mesmo locais antes calmos, ambientes tranquilos, e que hoje também já não estão isentos destes desastres naturais.
Aliás, "isentos"??? Não. Hoje talvez nenhum lugar mais, pode ser considerado isento de tais acontecimentos, principalmente se o ser humano não despertar e começar a agir imediatamente diferente de até então. E independente de crenças, e de fazer parte de algum seguimento-filoreligioso (ou não), é por demais essencial que todos nós façamos uma  pausa e  atentos meditemos sobre estes "sinais e alertas" que a Natureza vêm demonstrando, cada vez mais com maior intensidade.
Lhe convido caro leitor amigo, para uma reflexão profunda,  a partir deste texto tão sabiamente "inspirado" (que recebi por email pela Fada San), escrito por José Trigueirinho Netto:


"Luz sobre a Terra"

"Furacões, inundações e terremotos têm ocorrido constantemente em várias regiões da Terra. De muitos modos esses desastres naturais podem ser encarados. De certo ponto de vista, pode-se dizer que a vida materializada nos lugares onde ocorrem é liberada para outras dimensões de existência. É uma limpeza que permite posterior renovação da Natureza, tão agredida pelo homem. Também quanto às pessoas que sofrem esses desastres, pode-se dizer que são liberadas de condições indesejáveis para o Espírito.

A Natureza, como Entidade inteligente, é capaz de destruir tudo o que não serve, que está desatualizado ou que afronta a integridade do Espírito. O desenvolvimento da consciência planetária, como um todo, não pode ser retardado por circunstâncias criadas pela presente civilização — condições subumanas de vida, de habitação, de abastecimento; laços afetivos viciados, inferiores ao estado que as almas estão preparadas para manifestar; anseios egoístas de satisfação de desejos sem levar em conta os demais e o meio ambiente. Assim, os desastres são um meio drástico de purificação.

Nessas manifestações da Natureza — das quais poucas áreas do planeta estão livres nesta época — não há conceitos morais ou sociais comuns; elas limpam, transformam, removem, dissolvem o que é negativo, com grande e profunda repercussão nos seres. Os principais efeitos de uma experiência forte como essa dão-se no interior das pessoas, no seu íntimo; nem sempre se revelam. Quando a destruição é vasta, pode haver profunda limpeza também no espaço etérico, com a colaboração dos ventos e das águas. Em tempos normais isso não é possível em grande proporção.

Há lições a aprender com esses acontecimentos, cada vez mais triviais e numerosos. Uma das primeiras é que, por lei, a Natureza recupera o espaço que lhe foi usurpado pelo homem. Assim, tendem a retornar ao curso original rios cujo trajeto foi mudado em nome da comodidade, do lucro ou de maior usufruto por parte de populações que normalmente desperdiçam água e não adquirem hábitos superiores de higiene. Outra coisa que se pode observar e com a qual muito se tem a aprender: nas destruições de florestas pelos ventos, as árvores nativas têm demonstrado ser as mais resistentes. As que caem logo têm sido as transplantadas de outras regiões pelo homem, as que compõem reflorestamentos realizados quase sempre por interesses espúrios.

As ajudas humanitárias exercidas nessas ocasiões são uma oportunidade de equilíbrio, isto é, países que espoliaram outros são levados a devolver parte dos bens em forma de doações, embora em geral essa parte seja mínima em proporção aos desvios passados. Gestos de auxílio aliviam débitos de um povo para com outro e de um indivíduo para com outro. A recuperação de áreas destruídas implica o exercício da solidariedade, e poucas ocasiões se apresentam tão propícias para o florescimento dessa virtude como as dos inevitáveis desastres naturais.

Mas por que as pessoas não percebem internamente o perigo que se avizinha? Por que são apanhadas de surpresa, quando poderiam preparar-se melhor ou fugir desses desastres? A resposta é que, embora avisos gerais sempre tenham sido dados, embora há séculos se venham anunciando as transformações pelas quais a Terra passará e embora ultimamente tais avisos tenham chegado a detalhes, pouca importância lhes é dada. O comportamento não muda, os maus hábitos permanecem, tudo prossegue como sempre. E, por não levarem em consideração esses avisos, as pessoas perdem o direito de intuir a hora da chegada dos desastres, para que se resguardem até certo ponto."
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E façamos a nossa parte. Pois cada um de nós, é responsável pelo nosso abençoado (e igualmente tão maltratado) Planeta!

Um beijinho em seu ♥ direto do meu ♥
Lucy

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   Sobre a Autora:  

Lucy Sem Fronteiras Lucy Sem Fronteiras +  
Ativista da ‘’Luz’’… uma Cidadã do Mundo, sua religião é o Amor, sua raça é a Humanidade e a Terra é o seu país. Interessada por ativismo, causas espiritualistas, pacifistas, ambientalistas e humanitárias.
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Comentários
3 Comentários

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Comentários:

Sônia Silvino comentou...

Lucy!
Em geral, as pessoas lamentam muito sobre as coisas ruins que acontecem pelo mundo. Mas a gente não pode esquecer da nossa responsabilidade de cuidar da "casa".
Bjkas e bom domingo, minha querida!

Anônimo comentou...

Lucy...
Concordo com o que a Sônia tão bem colocou mas, gostaria de fazer uma ressalva. As pessoas realmente lamentam sobre as coisas ruins que acontecem no mundo e esse talvez, seja o grande problema da humanidade. Apenas lamentam! Não saem de seus "mundinhos" para agir. É mais fácil lamentar, cruzar os braços e achar um culpado. O que a humanidade precisa hoje é de ação.
Para reflexão: Que mundo realmente queremos? E o que estamos realmente fazendo para mudà-lo? Posto isso, encerro com uma frase de Goethe bem pertinente nos dias atuais: "Não basta o SABER: é o preciso o AGIR. Não é suficiente QUERER, é preciso AGIR!
Bjus "meu" Anjo de Luz...
Jeana Andréa

♥ Lucy Sem Fronteiras ♥ comentou...

Olá minhas queridas

♥ Sônia e Jeana:

Em primeiro lugar, mais uma vez muito obrigada pela participação sempre ativa de ambas.
E sim, não dá mais para só "lamentar".
O momento pede ações, e isto é para todos. Independente de grau consciencial, ou de qualquer outra aparente diferença entre nós.

E como já dizia o grande Shakyamuni (Siddarta Gautama Buddha):

" Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora”.

E façamos todos a parte que nos cabe.

Um beijo em seus corações, direto do meu ♥

Muito obrigada pela presença, minhas queridas!

Fico feliz e sou grata com a sua presença!
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